segunda-feira, 18 de maio de 2009

Bombamos

A mesa-redonda de lançamento da Capitu foi um sucesso! Com público suficiente para lotar duas Kombis, o evento discutiu as aventuras e desventuras da produção independente de quadrinhos no Espírito Santo.

Os presentes, a maioria deles estudantes de Artes e de Desenho Industrial da Ufes, demonstraram interesse e não economizaram nas perguntas. Depois, se comportaram direitinho na fila do autógrafo e diante da atração mais esperada da tarde: o garrafão de vinho tinto, de safra desconhecida e que harmoniza com qualquer quitute de quinta categoria.

A sessão de autógrafos mostrou o total despreparo do Sacramento de Oliveira com a fama. Testemunhas disseram que ele ficou mais de 20 minutos pensando no que escrever na capa de umas das revistas vendidas. Já o FAT, mais acostumado com a fama, autografava com uma mão e recebia o dindim com a outra.

Para surpresa de todos e felicidade geral da nação, os dois rapazes por trás da Capitu, célebres pela inabilidade no trato com as pessoas, não se inibiram diante da platéia acadêmica.

A mesa-redonda teve música também. O conceituado instrumentista Kaneta tocou shamisen, um instrumento japonês que provavelmente foi inventado na China. Ele tocou para substituir a bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel, que teve problemas durante o desembarque no aeroporto. Fontes da Capitu no samba carioca disseram que o tapa-sexo de umas das passistas ficou preso na alfândega.

Não podemos esquecer de agradecer ao professo Cléber Carminati, da UFES, pela mediação e por ter nos emprestado espaço.




2 comentários:

elaine disse...

parabéns, masacra!!!! ;)

julio de castro disse...

putz, perdi o vinho! e a palestra, claro...